sexta-feira, 14 de maio de 2010

Convite para ver Pocket Show de "Tributo Elis " no Canal You Tube Barbara Mendes Barb

Convite para ver o Pocket Show do  "Tributo Elis" no Canal  You Tube Parte 1 e Parte 2

Basta Clicar  - Parte 1
http://www.youtube.com/watch?v=E8edXkqAVo4

Basta Clicar - Parte 2
http://www.youtube.com/watch?v=y-Ibn4p0rec


quinta-feira, 13 de maio de 2010

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Alguém ai? Anybod there?

Alguém ai? Anybody there?
Eu nao sei se sou eu a "fuxiquenta" como diria uma velha figura ou metida a dar sempre palpites nas opinioes alheias, mas fico intrigada com o fato de receber tao poucos comentarios apos lerem minhas postagens.
So posspo penar duas coisas: Ou eles sao muito chatos e desinteressantes ou arrogantes e sem direito a resposta.
Alguem pode me dizer? Please!!!


I don't know if I'm too nosy or intrigued by other people's thoughts and opinions on things but I usually have the urge to comment on people's posts.
But I barely receive any comments on mine.
Is that so because they are not interesting at all?
Anybody????

segunda-feira, 10 de maio de 2010

CANTAR

Cantar é um desafio para o coração ora aturdido, ora sereno, ora desbravador, ora carente.
É um sopro de esperança de que a música cure qualquer dor,qualquer dúvida.
É um alívio para a alma que busca.É um encontro com a certeza das palavras.É a certeza da forca de viver.Que bom ter encontrado o remédio certo pra mim.A minha música. É poder distribui-la, dividi-la, para me achar inteira logo a seguir. Que presente! ( Barbara Mendes)


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sábado, 8 de maio de 2010

At this moment - Aqui e Agora

Just got home accompanied by  the rain beautiful and calmly falling down on Rio. What an amazing city.
Driving from downtown Rio to Barra, where I live, was inspiring tonight.
Due to the rain, most cariocas stayed home giving space to the natural sounds of the Wonder City.
Note that Carioca's hate rain and cold and don't know what to do with themselves when it rains!
The streets were empty. Not dangerously empty as It can fell many times, but peacefully empty. The city lights were twinkling  in harmony and no sounds of horns and honks to disturb my peace.
I feel good. I feel ready. I'm going to bed in peace.

Acabo de chegar em casa. São 3:15 da manhã e vim acompanhada pela chuva calma e persistente que agoa o Rio. Que cidade linda.
Tive um evento no Centro da Cidade Maravilhosa e na volta pra casa percebi as ruas bem mais vazias e calmas. Não senti perido na esquina. Senti calma. Paz.
Note-se que cariocas odeiam chuva e a confundem com frio. Bom motivo pra ficar em casa, na cama.
Eu senti cada piscar de luz dos postes da cidade maravilhosa. Eu vi cada gota caindo dos túneis no meu parabrisa, ao entrar e sair.
As poças de água refletem o céu. Estariam elas sempre lá ou eu que não as reparo?
Bem, estou cansada, mas em paz. Uma paz de chuva, de estar em casa, de seguir o curso natural da vida.
Boa Noite
                                                       

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Depois do Ensaio

Hoje me encontrei com Flávio Venturini, sentamos no estúdio pra escolher repertório do show que faremos no Teatro Rival - Rio em Junho.


O tema do show é o "Amor"!


Uma vastidão de repertório pra vasculhar, mas ele veio com perolas.


Enno Morricone ficara feliz com a versão maravilhosa pra uma obra especialissima.


Piaf tera que em ouvir onde quer que esteja, Jobim, Venturini, Barbara Mendes e Mauricio Oliveira e muito mais.

E sabe o que é mais bacana.
O desafio. O challange. Outra proposta, outra porta, outra janela, outra expectativa, outros, outros, outras.....

O artista tem esse privilégio: lidar muito pouco com a rotina de sua arte. Ter uma imensidao de portas, mas ter que se guiar.


Aguardem esse show. Vai ser especial.

Quisera eu apenas poder assistir!

Mentira, cantar vai ser bom demais.


  Um Beijo Barbara Mendes

Flávio Venturine e Barbara Mendes

PS.   A mais completa tradução ao Amor

domingo, 2 de maio de 2010

Depois do Temporal!!! After all!

Nesta 3a.feira, artistas se reúnem para juntar fundos, num show beneficente para as vítimas do temporal que abalou, destruiu e quase afogou um grande parte do Rio de Janeiro.
O show será no Teatro Municipal de Niterói e reverterá sua renda e tudo o adquirido para os desabrigados de Niterói. Temos que começar organizadamente por algum lugar.
Deixe-me falar um pouco sobre o aspecto político que desagua no humanitário desta questão.
O Rio de Janeiro, cidade maravilhosa por sua geografia - dádiva divina - e nada relativo à mão do homem - vive sog o seguinte jargão: Depois a gente vê como fica, a gente acha remédio!
Remediar e nunca precaver é quase o que podemos ler nos outdoors da cidade tão maravilhosa.
Não posso negar que um povo mal educado e desleixado faz parte do problema. Um povo que joga lixo onde quer, e o faria mesmo que houvesse uma lixeira pendurada em cada poste da cidade.
Será que essas pessoas não se perguntam: Vou jogar pela janela uma lata ou copo plástico ou um chiclete o um papel de bala ou uma porcaria qualquer e essa porcaria vai parar aonde? Ela vai se desintegrar como que por encanto?
Acredito que nem essa consciência existe  nesse povo sujismundo. Terrível pensar assim.
Quantos bueiros poderiam estar desimpedidos, dando vazão para a água da chuva que precisa ser escoada? Mas não. Estão eles sujos de lixo e, mais uma vez, porcaria!
Mas não vamos eximir esse governo lambão de nada. Lambão, pouco preparado, pouco estruturado, desleixado. Porque não criar políticas de prevenção? Talvez porque elas não dêem voto, talvez porque elas lidem apenas com suposições de desgraças e ninguém quer ser o cavaleiro do apocalípse pra ficar falando sobre isso, talvez porque se saiba que a corda vai estourar do lado mais fraco.
Porque permitir o avanço das favelas nas encostas? Porque permitir áreas de riscos de serem invadidas e sediadas como condomínios com vista para o mar ou para as florestas lindaas da nossa cidade?
Gente é hora de reinvindicar alguma coisa! É hora de fazer um protesto de precaução. Solução antecipada, resposta sem necessidade da pergunta. Povo lambão, governo lambão!
Não quero mais ser parte disso não.
Não quero mais ter que fazer shows beneficentes se isso poderia ter sido evitado.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Depois do Furacão Elis



Sempre tive em minha alma,meus pensamentos e minhas vontades mais intimas, o sonho de ter vivido num outro tempo, numa epoca onde a musica era mais valorizada que qualquer tendencia, que qualquer "momento" de mercado. Onde a musica era ouvida por tocar a alma, ou os sonhos, ou por externar as palavras que a gente queria ter dito mas nao disse, ou por explicar aquele sentimento ou sensação de maneira tão clara...
A música era ouvida porque tocava e tocava porque era ouvida.
Nessas 4 últimas semanas, pude reviver o que nunca vivi e me sentir parte de algo que me antecedeu de maneira muito vívida e muito atual.
Um presente. Considero isso um presente!
No meu caminho musical encontro obras de arte, obras da vida, obras acabadas, inacabadas, obras que valem a pena, outras que apenas servem como degrau pra outros momentos e outras musicas, mas tenho o privilegio de viver para a musica e da musica ha muito tempo.
Esses momentos são e foram especiais pra minha caminhada. Elis me ensina até hoje e acho que realmente cumpro com verdade e dignidade esse desafio.
Obrigada pela música. Obrigada por gostar do mesmo que eu!!!
Um beijo
Barbara

Com ou sem Jabá - It cracks me up!


Incrivel esse pais!! Como pode-se entender que um artista, ( que ganha o titulo de artista hoje em dia nao apenas por ser das artes, ou por viver delas, mas tambem por querer ser e ser sim bem conectado e engajado), para divulgar sua arte, tenha que passar pelo crivo de diretores de marketing, executivos administrativos e financeiros, estrategistas de mercado, alienados burocratas, pra que essa arte seja considerada boa ou pertinente o bastante para tocar os corações ou ouvidos ou apenas os momentos céleres e comuns do dia a dia?
Quem dita que isso é bom e aquilo vende? Quem dita que isso encanta e aquilo não é o máximo?
Alguém dita e a gente muitas vezes cala e consente.
Me perdoem, cala merda nenhuma.
A minha verdade reverbera quando abro a boca e tem um malandro na esquina que me escuta. Mas se não me compra, ela continua valendo?
Que dicotomia e ajuste é esse que nós, das artes, temos que fazer todos os dias pra continuar achando que vale a pena?
Meu livro de cabeceira é: Cartas a um Jovem Poeta de Rilke, que me acompanha há muitos anos e nele encontrei um presságio que delimita minhas dúvidas e clareia minha verdade cada vez que caio em tentação de achar que sou apenas mais uma e não eu mesma:

Esse jovem poeta pergunta a Rilke em uma de suas cartas para o autor:
Como sabererei se minhas palavras são boas e que devo continuar nesse caminho?
Rilke responde: Se você puder nunca mais escrever e conseguir continuar respirando, então jogue seu papel fora, pois você é um poeta medíocre!

Preciso dizer mais alguma coisa?


It's amazing what we have to deal with nowadays as a musician, somebody who just wants to make music, art,  a simple and abstract expression of the soul, of a desire, of a need to let out.
Should music be thought out before it becomes real, before it becomes " hearable, buyable "?. Should it be born by the need of a market?
I still can't believe I'm even writing about it. It proves that maybe we do. Maybe there's many considerations to be made before music can simply exist and be born from an artistic human being.
And music comes from lunatics, from people of God and the Devil, from happy honest people, from bad and evil people and there's nothing to say about it. It's born from a need of expression, right?

Nowadays, we musicians who live for it and from it have to consider the market, the selling, the product, the stand at the store, the tickets.
I feel glad everyday for felling chosen by it. IT. MUSIC. I just gotta believe that there will always be people who respect it the way I do!
Are you one of us?